DBA-4 QUALIDADE DE VIDA NA SOCIEDADE E NO TRABALHOUNIFAE / São João da Boa Vista
Mestrado Acadêmico em Desenvolvimento Sustentável e Qualidade de Vida

DBA-4 QUALIDADE DE VIDA NA SOCIEDADE E NO TRABALHO

Disciplina Básica - Obrigatória (3 Créditos = 45h)
Quinta-feira: 16:00 - 19:00h

Profa Dra. Betânia Alves Veiga Dell’Agli - betania@fae.br
Profa Dra. Érica Passos Baciuk - erica@fae.br





Pessoal deixo disponivel o material de ensaio clinico randomizado.

Cássio, Andrea e Renata.

18/06/2010
Apresentação aula dia 17/06 - Andrea, Cássio e Ricardo (atividade fisica e qualidade de vida)





Segue abaixo o material sobre construção de valores morais que a prof. Bethania enviou.




As 13 melhores cidades para se viver em 2010

As 13 cidades
De todas as cidades do mundo, onde você escolheria morar?
Veja artigo da Revista EXAME, compilado de Andrew Shirley, editor do The Wealth Report 2010 http://www.knightfrank.com/wealthreport
Faça Download do "The Wealth Report 2010"
O que significa "qualidade de vida" nestas cidades?
Deixe sua opinião aqui!

=> nao tenho nenhuma opinião.
A análise de qualidade de vida da reportagem é bastante capitalista , deixa um ar de sensibilidade quando fala dos traços culturais e romantismo em apenas duas cidades. Para mim qualidade de vida pode ser promovida pela aplicação social da riqueza e por influência política sim, mas compõe-se de questões subjetivas, integrados aos valores e sentimentos das diversas culturas e, saindo do nivel das necessidades básicas, não favorece estudos comparativos ou classificatórios.( Flavia Guimarães)



Domingo, 30/05/2010
Nós somos o que comemos?
Isso pode explicar de alguma forma a "qualidade de vida?
O que você pensa sobre isso?
Luciel H. Oliveira


Quanto mais os especialistas tentam salvar os americanos, mais gordos eles ficamJohn Tierney, The New York Times - 27/03/2010 Como alguns especialistas aconselham, suponha que as novas diretrizes alimentares nacionais, que devem sair nesta primavera nos Estados Unidos, diminuam os níveis recomendados de ingestão de sal. Suponha, ainda, que autoridades de saúde pública de Nova York e Washington tenham sucesso em obrigar empresas produtoras de alimentos a usar menos sal. Qual seria o efeito disso? A) Mais de 44 mil mortes seriam evitadas por ano (conforme estimativa recente do The New England Journal of Medicine). B) Cerca de 150 mil mortes por ano seriam evitadas (conforme cálculo do Departamento de Saúde e Higiene Mental da cidade de Nova York). C) Centenas de milhões de pessoas estariam sujeitas a um experimento com efeitos imprevisíveis e possivelmente adversos (como foi argumentado recentemente no The Journal of the American Medical Association). D) Nem uma coisa nem outra. E) Os americanos ficariam ainda mais gordos do que estão hoje. Não se preocupe, pois não há resposta errada, pelo menos por enquanto. Essa é a beleza do debate sobre o sal: há uma evidência confiável tão pequena que você pode imaginar qualquer consequência. Apesar de todo o diálogo sobre a crescente ameaça do sódio em alimentos industrializados, especialistas nem têm certeza se os americanos estão ingerindo mais sal do que antes. Quando não se conhece tendências passas, prever o futuro é um jogo aberto. Minha previsão preferida é a “E”, os americanos engordando ainda mais. Porém, estou apenas sendo guiada por uma regra pessoal: nunca aposte contra a expansão da linha da cintura dos americanos, especialmente quando especialistas em saúde pública se envolvem. Quanto mais os especialistas tentam salvar os americanos, mais gordos ficamos. Seguimos seu conselho admirável de parar de fumar e, de acordo com algumas estimativas, ganhamos quase 7kg cada um. O peso adicional certamente foi uma troca que valeu a pena, pois teremos uma vida mais longa e mais saúde, mas com o sucesso veio um novo desafio. Autoridades responderam aconselhando americanos a evitar a gordura, que se tornou a vilã oficial das diretrizes alimentares nacionais nas décadas de 1980 e 1990. A campanha anti-gordura certamente causou um impacto no mercado de alimentos, mas, à medida que passamos a engolir todos os novos produtos light, continuávamos engordando. Em 2000, os especialistas revisaram as diretrizes alimentares e admitiram que o conselho anti-gordura pode ter contribuído para diabetes e obesidade ao involuntariamente motivar os americanos a ingerir mais calorias. Esse fiasco não enfraqueceu o entusiasmo dos reformistas, a julgar pela crescente campanha para impor restrições ao sal. Apontando para a evidência de que uma dieta restrita em sal causa redução da pressão em algumas pessoas, os reformistas extrapolam e deduzem que dezenas de milhares de vidas seriam salvas se houvesse menos sal na comida de todos. Mas será que é possível fazer com que o público reduza permanentemente seu consumo de sal? Pesquisadores tiveram dificuldade em fazer com que as pessoas reduzissem a ingestão de sal em experimentos supervisionados de curto prazo. Os reformistas do sal afirmam que a mudança é possível se a indústria de alimentos cortar todo o sal escondido em seus produtos. Eles querem que os Estados Unidos copiem a Grã-Bretanha, onde tem havido uma campanha intensiva para pressionar a indústria, assim como os consumidores, a usar menos sal. Como resultado, dizem autoridades britânicas, de 2000 a 2008 houve uma redução de cerca de 10% no consumo diário de sal, medido através de pesquisas que analisaram a quantidade de sal excretada na urina, coletada a cada 24 horas. No entanto, o relatório britânico foi desafiado num artigo recente do The Clinical Journal of the American Society of Nephrology da autoria de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Davis, e da Universidade de Washington, em St. Louis. A equipe, liderada pelo Dr. David A. McCarron, nefrologista de Davis, criticou as autoridades britânicas por salientar pesquisas de 2008 e 2000, ao mesmo tempo em que ignoraram quase uma dúzia de pesquisas similares conduzidas nas últimas duas décadas. Quando são consideradas todas as pesquisas da Grã-Bretanha, não houve redução consistente no consumo de sal nos últimos anos, disse McCarron, que há muito tempo é um crítico dos reformistas do sal. Ele disse que a característica mais notável dos dados é como houve pouca variação no consumo de sal na Grã-Bretanha – e em praticamente todos os outros lugares. McCarron e seus colegas analisaram pesquisas de 33 países e relataram que, apesar de amplas diferenças na alimentação e na cultura, as pessoas geralmente consumiam mais ou menos a mesma quantidade de sal. Houve poucas exceções, como tribos isoladas na Amazônia e na África, mas a grande maioria das pessoas comia mais sal do que o recomendado atualmente pelas diretrizes alimentares americanas. Os resultados foram tão parecidos em vários lugares que McCarron supôs que redes no cérebro regulam o apetite por sódio; assim, as pessoas consomem um nível estabelecido diário de sal. Se for dessa forma, isso pode explicar um aparente paradoxo relacionado a relatos de que os americanos estão consumindo mais calorias diárias do que antes. Comida a mais teoricamente traria mais sal, mas não há uma tendência clara crescente no consumo diário de sal ao longo dos anos em estudos de exames de urina, que são considerados a melhor forma, pois medem diretamente os níveis de sal, em vez de depender de estimativas baseadas na lembrança das pessoas do que comeram. Por que não houve sal a mais? Um importante defensor da redução de sal, Dr. Lawrence Appel, da Johns Hopkins University, disse que técnicas inconsistentes na condução de pesquisas de exames de urina podem estar mascarando a tendência ascendente no consumo de sal. Mas McCarron disse que as medições eram confiáveis e disse que isso pode ser explicado pela teoria da quantidade estabelecida: como os americanos ingeriram mais calorias, eles podem ter aliviado o consumo de escolhas mais salgadas, então o consumo de sódio total permaneceu constante. Seguindo essa mesma lógica, ele especulou, se diretrizes futuras reduzirem a quantidade média de sal nos alimentos, as pessoas podem compensar buscando alimentos mais salgados – ou simplesmente comendo ainda mais de tudo. Os reformistas do sal descartam essas especulações, argumentando que, com a ajuda correta, as pessoas podem manter dietas pobres em sal sem ganhar peso ou sofrer de outros problemas. Mas, mesmo que as pessoas pudessem ser induzidas a comer menos sal, será que isso as colocaria numa situação melhor? As estimativas envolvendo todas as vidas a serem salvas são apenas extrapolações baseadas nos benefícios presumidos da redução da pressão arterial. Se você monitorar quantos derrames e ataques cardíacos são sofridos por pessoas que adotam dieta pobre em sal, os resultados não são nem um pouco bons ou motivadores, como observou recentemente no JAMA Michael H. Alderman, especialista em hipertensão do Albert Einstein College of Medicine. Uma dieta pobre em sal estava associada a melhores resultados clínicos apenas em cinco dos 11 estudos que ele considerou; no restante, as pessoas que seguiam dietas com baixo teor de sai tiveram o mesmo resultado, ou pior. “Quando você reduz o sal”, disse Alderman, “você reduz a pressão, mas também pode haver outras conseqüências adversas e indesejadas. Com o acúmulo de mais dados, cada vez fica mais fraca a ideia da redução do sal, mas os defensores dessa mudança parecem cada vez mais determinados a mudar as diretrizes alimentares”. Antes de mudar as diretrizes públicas, Alderman e McCarron sugerem tentar algo novo: um teste rigoroso envolvendo a dieta com baixo teor de sal em testes clínicos randômicos. Essa proposta é rejeitada pelos reformistas do sal como demorada e cara. Mas quando se contempla os custos potenciais de outro fracasso de saúde pública, como a campanha anti-gordura, testes clínicos começam a parecer baratos. © 2010 New York Times News Service É interessante como a espécie humana resolveu que sua criatividade é soberana, e nesta petulância consegue realizar mutações em seu organismo, mas como sempre, nem toda mudança vem para melhorar. Apesar de não aplicar radicalmente penso que a alimentação natural pode promover a saúde e prevenir doenças. Se intervissemos menos no que nos é dado pronto... (Flávia Guimarães)

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28/05/2010

Estive conversando com o Adolfo hoje depois da aula, falando sobre sua nova proposta de pesquisa. Surgiu o tema sobre se é possivel mensurar a FELICIDADE. Recordei-me do Martin Seligman, sobre quem eu já havia comentado em outra aula. Ele tem instrumentos científicamente validados para mensurar, entre outtas variáveis, a felicidade. Por entender que felicidade está diretamente ligada á qualidade de vida, resolvi compartilhar aqui. Gostaria de conhecer a opinião de vocês!
Luciel H. Oliveira

****Entrevista com Seligman****
(Revista Veja)

Referências:
SELIGMAN, M. E. P. Felicidade autêntica: usando a nova psicologia positiva para a realização permanente. Rio de Janeiro: Objetiva. 2004.
SELIGMAN, Martin. Felicidade Autêntica - Os Princípios da psicologia positiva. São Paulo: Pergaminho, 2008.

O livro reafirma as nossas velhas crenças sobre o que REALMENTE nos faz felizes, coisas que sempre soubemos intuitivamente, mas que nunca foram colocadas de maneira tão objetiva.

«A felicidade faz bem à saúde». Esta frase parece um pleonasmo, mas a verdade é que muitas vezes a própria Psicologia se tem esquecido deste fato. Numa abordagem inovadora, Martin Seligman, criador e divulgador da Psicologia Positiva, demonstra as formas como muitas pessoas (e alguns terapeutas que as acompanham) sabotam o potencial da felicidade, considerando-a uma utopia. Seligman apresenta ao longo destas páginas os princípios da Psicologia Positiva, demonstrando, de forma simples e acessível, como podemos cultivar a felicidade. Com base em investigações científicas recentes e afastando-se dos modelos terapêuticos que usam a patologia como paradigma, Felicidade Autêntica revela uma nova abordagem da saúde mental e um plano para um desenvolvimento sustentável do contentamento e das emoções positivas.

Além disso, há ainda um vídeo de uma entrevista com ele.


Além disso há o conceito de FELICIDADE INTERNA BRUTA... Conheça mais sobre a FIB, lendo os artigos a seguir... Qual sua opinião??? Luciel H Oliveira (29.05.2010)


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São Paulo ocupa 117ª posição em ranking mundial de qualidade de vida


A cidade de São Paulo ocupa a 117ª posição em um ranking de qualidade de vida divulgado nesta quarta-feira (26) pela consultoria internacional em recursos humanos Mercer.
Todos os anos, a empresa divulga a lista, que em 2010 inclui 221 cidades ao redor do mundo. O ranking leva em conta aspectos como política, sociedade, economia, saúde, saneamento, escolas, serviços públicos, transporte e moradia.
Nesta relação, para o qual os dados foram coletados entre setembro e novembro de 2009, Viena, capital da Áustria, continua no topo da lista e Bagdá, capital do Iraque, é a última colocada.
São Paulo aparece atrás das outras duas cidades brasileiras incluídas no ranking, Rio de Janeiro (116º) e Brasília (104º).
Como foram incluídas várias cidades este ano, não é possível fazer uma comparação com o posicionamento das cidades no ano passado.
Qualidade de vida – Seguindo o padrão dos anos anteriores, as cidades europeias continuam dominando o topo do ranking. Depois de Viena, Zurique e Genebra, ambas na Suíça, ocupam a segunda e a terceira posições, nesta ordem.
“Os padrões de qualidade de vida permaneceram relativamente estáveis em um nível global em 2009 e na primeira metade de 2010, mas em certas regiões e países a recessão econômica teve um impacto notável no clima dos negócios”, afirmou Parakatil.
Segundo o pesquisador, enquanto que a qualidade de vida permaneceu estável nas cidades americanas, houve um declínio nas Américas Central e do Sul “devido à instabilidade política, aos problemas econômicos e à falta de energia em certos países”.
“Altos índices de criminalidade também continuam sendo um dos maiores problemas em muitas cidades da região”, acrescentou.
O local das Américas Central e do Sul com a melhor colocação no ranking de qualidade de vida é Pointe-à-Pitre, em Guadalupe, no 62º lugar, seguido de San Juan, em Porto Rico (72º), e a capital argentina, Buenos Aires (78º).
Guadalupe, no Caribe, é um território ultramarino da França – ou seja, faz parte da União Europeia. Pointe-à-Pitre é considerada a capital econômica do arquipélago.
‘Ecocidades’ – Esta é a primeira vez que a Mercer divulga também uma segunda lista, das “ecocidades”, e a performance de São Paulo neste ranking é ainda pior, ficando no 148º lugar, enquanto Rio de Janeiro e Brasília ficaram respectivamente em 112º e 109º colocados.
A cidade no topo da lista dos locais mais ecológicos é Calgary, no Canadá, enquanto que Porto Príncipe, no Haiti, ficou em último.
Várias outras cidades latino-americanas estão à frente das brasileiras nesta lista, como Montevidéu, no Uruguai (70º lugar), Buenos Aires (83º), e Assunção, no Paraguai (90º).
De acordo com um dos responsáveis pela pesquisa, Slagin Parakatil, “o status ecológico de uma cidade ou sua atitude em relação à sustentabilidade podem ter um impacto significativo na qualidade de vida de seus habitantes”.


Fonte: site ambientebrasil.com.br